segunda-feira, 10 de junho de 2013

#8 Teoria das Cores


Procurámos nestas breves reflexões acompanhar o movimento criativo do poeta, não como um observador externo nem como leitores, mas a partir de dentro, deixando-nos conduzir pela dimensão poética e alegórica do texto, participando dos seus espaços de utopia e liberdade.

Acompanhando o movimento do poeta-pintor que rasga repetidamente a sua primitiva fidelidade para se (nos) desvelar um pouco mais a face oculta do mundo, procurámos debruçar também a atenção sobre a mais insignificante realidade, mergulhar no fundo da representação, descobrir os nós negros da realidade, tomar consciência da mancha de cor que se alastra, através (e apesar) da ideia inicial do pintor. E talvez pintar, escrever, rescrever um peixe amarelo.

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