A páginas tantas de A ideia de Europa, diz assim George Steiner:
«A Europa é feita de cafetarias, de cafés. Estes vão da cafetaria preferida de Pessoa, em Lisboa, aos cafés de Odessa frequentados pelos gangsters de Isaac Babel. Vão dos cafés de Copenhaga, onde Kierkegaard passava nos seus passeios concentrados, aos balcões de Palermo. […] Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da ‘ideia de Europa’.»
Lembrei-me desta ideia no Botequim, enquanto olhava as fotografias da Natália Correia nas paredes e as estantes forradas de livros. Hoje dia de Portugal. Do ano da (des)graça de 2013.
«A Europa é feita de cafetarias, de cafés. Estes vão da cafetaria preferida de Pessoa, em Lisboa, aos cafés de Odessa frequentados pelos gangsters de Isaac Babel. Vão dos cafés de Copenhaga, onde Kierkegaard passava nos seus passeios concentrados, aos balcões de Palermo. […] Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da ‘ideia de Europa’.»
Lembrei-me desta ideia no Botequim, enquanto olhava as fotografias da Natália Correia nas paredes e as estantes forradas de livros. Hoje dia de Portugal. Do ano da (des)graça de 2013.
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