quarta-feira, 4 de julho de 2012

o que cura também arde, dois

(Quase...) três anos em compasso de espera, e de repente é já ali a porta de saída de emergência. três anos esperando, aguardando, ansiando, e na curva surge a fita. e é tão irónico como os últimos fôlegos desta corrida foram tão bem acompanhados: quase a urgência de bradar "really?? agora é que lhe aparecem???".
no peito um relógio, tic-tac, tic-tac, as pessoas, tic-tac, tic-tac, os lugares, tic-tac, tic-tac. os Jotas, os Is, os de sempre e os recentemente descobertos (ainda foi a tempo).
A gata preta da família que vai tornar-se parte das paredes que agora se abandonam, as barbas dos irmãos que vão crescendo, as barbas e os irmãos, bigode-barba-barbeia, bigode-barba-barbeia. As velocidades, os humores, e a Mãe cada vez mais bonita.
A única diferença é que agora tem poucas dúvidas. Acha. Achava. 
Depois era mais uma mini, se me fizer o favor.

4 comentários:

  1. para mim, foi o cê.
    foi o cê que devia ter estado desde sempre no meu abecedário.

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  2. do outro lado do atlântico usa-se o mesmíssimo abecedário. e eu tenciono ir lá lembrar-te(me) disso.

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  3. se isto não fosse tão bonito, era quase paneleiro. E eu nem gosto de mariquices! Minhas queridas, deixar-vos-ei metade das minhas letras. A outra metade fica do outro lado, à vossa espera.

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  4. Que paneleirice pegada que práqui vai..

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