Corricar e ver tudo (nunca é tudo, o máximo que as forças e o tempo permitem) ou ver pouco e viver bem este pouco (um café numa esplanada em tarde de sol). Prefiro à tentativa de falsa pertença ao ambiente de lá o viver cá com a composta memória do tanto que lá vi. Prefiro ser o espectador que observa de fora para dentro sem entrar, percebê-los pela perspectiva do estrangeiro que sou.
Entrar?..., só se for para ficar.
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